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01. fev de 2018
Institucional

Help aprimora time para atendimento a pacientes graves

Preparo e planejamento são dois pilares do cotidiano da Help. Para uma empresa que é a maior do setor de emergências médicas do estado, ter uma equipe pronta e planificada faz toda a diferença no momento de salvar vidas. Por isso, nos dias 24 e 25 de janeiro, o Centro de Educação Continuada (CEDUC) da companhia promoveu o treinamento de Protocolo de Atendimento ao Paciente Grave. “Nosso planejamento não começa quando chegamos ao local da ocorrência. Ele inicia quando recebemos a chamada, tomamos conhecimento do endereço, se é casa, apartamento, se tem ou não escada…”, explicou a enfermeira Danieley Lucca, responsável por comandar a reciclagem do time.

Segundo a profissional, é a partir dessas informações que a equipe vai definir quais equipamentos serão levados ao atendimento. Depois, começa a abordagem ao paciente e a identificação do que ele está apresentando. “É preciso começar verificando os sinais vitais como pressão arterial, freqüência cardíaca e respiratória, oximetria de pulso e temperatura”, relatou Danieley.

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Logo após os primeiros esclarecimentos, o treinamento abordou os procedimentos da Avaliação Primária onde se analisa todas as condições que impliquem risco iminente de morte. Entre eles está a verificação da respiração eficaz, simetria torácica, hemorragias externas, freqüência de pulso, tempo de enchimento capilar, coloração e temperatura da pele e estabilização da coluna cervical. A Avaliação  Primária deverá ser realizada  em 60 segundos.

Já na Avaliação Secundária, é preciso observar a conduta do paciente e fazer perguntas como nome e idade, além de questionar qual sua queixa principal em relação a dores e desconfortos. Nesse estágio do atendimento, foi revisto o SAMPLA, sigla para a verificação de Sinais Vitais (S), Alergias (A), Medicamentos (M), Passado Médico (P), Ingestão de Líquidos (L) e Ambiente do Evento (A).

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Além das duas primeiras avaliações, o treinamento reforçou as práticas de atendimento em casos de falta de ar. “É preciso eliminar a possibilidade de se tratar de crise asmática, Edema Agudo de Pulmão, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e IVAS (Infecção das Vias Aéreas Superiores)”, ressaltou Danieley.

O encontro contou com cerca de 12 colaboradores entre enfermeiros, condutores e técnicos de enfermagem e encerrou discutindo os cuidados especiais no atendimento a pacientes idosos e diabéticos.

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